A.MINHOTA.EXPLORA nasce da paixão pela Natureza e o Turismo de Aventura.
A paisagem verdejante minhota convida a explorar. As florestas possuem a beleza, os montes e serras o ar mais puro do país. Não ficamos sem fôlego quando subimos às serras e admiramos a geologia minhota. Ondas feitas de vales e montes a perder de vista. Ao admirar a paisagem, há um sentimento de pertença, um querer integrar este ecossistema natural. De alguma maneira sentimo-nos em casa. Os rios trazem nas correntes um banhar de amor, a Serra d´Arga, outrora e ainda protegida pelo seu povo, ergue-se livre da destruição da mineração do Lítio. Nada impedirá de subir à montanha e explorar os seus recantos e encantos.
Outras serras nos chamam à aventura, aquelas que ainda iremos descobrir para lhe apresentar.
O minho é o pulmão de Portugal, há uma necessidade para o consciencializar das pessoas, da importância deste património natural para o bem-estar do ecossistema de todo o nosso país.
A.MINHOTA, quer valorizar o património natural minhoto. Dá-lo a conhecer aos locais, nacionais e estrangeiros e, ao mesmo tempo, proporcionar um turismo de natureza ligado às unidades hoteleiras e gastronomia locais que queiram embarcar nesta aventura com A.MINHOTA. Sempre com o sentido de missão de protecção e valorização dos recursos naturais.
A.MINHOTA.EXPLORA nasce da paixão pela Natureza e o Turismo de Aventura.
A paisagem verdejante minhota convida a explorar. As florestas possuem a beleza, os montes e serras o ar mais puro do país. Não ficamos sem fôlego quando subimos às serras e admiramos a geologia minhota. Ondas feitas de vales e montes a perder de vista. Ao admirar a paisagem, há um sentimento de pertença, um querer integrar este ecossistema natural. De alguma maneira sentimo-nos em casa. Os rios trazem nas correntes um banhar de amor, a Serra d´Arga, outrora e ainda protegida pelo seu povo, ergue-se livre da destruição da mineração do Lítio. Nada impedirá de subir à montanha e explorar os seus recantos e encantos.
Outras serras nos chamam à aventura, aquelas que ainda iremos descobrir para lhe apresentar.
O minho é o pulmão de Portugal, há uma necessidade para o consciencializar das pessoas, da importância deste património natural para o bem-estar do ecossistema de todo o nosso país.
A.MINHOTA, quer valorizar o património natural minhoto. Dá-lo a conhecer aos locais, nacionais e estrangeiros e, ao mesmo tempo, proporcionar um turismo de natureza ligado às unidades hoteleiras e gastronomia locais que queiram embarcar nesta aventura com A.MINHOTA. Sempre com o sentido de missão de protecção e valorização dos recursos naturais.
A.MINHOTA.EXPLORA nasce da paixão pela Natureza e o Turismo de Aventura.
A paisagem verdejante minhota convida a explorar. As florestas possuem a beleza, os montes e serras o ar mais puro do país. Não ficamos sem fôlego quando subimos às serras e admiramos a geologia minhota. Ondas feitas de vales e montes a perder de vista. Ao admirar a paisagem, há um sentimento de pertença, um querer integrar este ecossistema natural. De alguma maneira sentimo-nos em casa. Os rios trazem nas correntes um banhar de amor, a Serra d´Arga, outrora e ainda protegida pelo seu povo, ergue-se livre da destruição da mineração do Lítio. Nada impedirá de subir à montanha e explorar os seus recantos e encantos.
Outras serras nos chamam à aventura, aquelas que ainda iremos descobrir para lhe apresentar.
O minho é o pulmão de Portugal, há uma necessidade para o consciencializar das pessoas, da importância deste património natural para o bem-estar do ecossistema de todo o nosso país.
A.MINHOTA, quer valorizar o património natural minhoto. Dá-lo a conhecer aos locais, nacionais e estrangeiros e, ao mesmo tempo, proporcionar um turismo de natureza ligado às unidades hoteleiras e gastronomia locais que queiram embarcar nesta aventura com A.MINHOTA. Sempre com o sentido de missão de protecção e valorização dos recursos naturais.
Sobre nós
SOBRE NÓS
SOBRE NÓS
SOBRE NÓS
A.MINHOTA EXPLORA a ECOVIA RIO LIMA entre
OS MINHOS DA GEMIEIRA e
O FORNO DA PEDRA DE CAL
A.MINHOTA EXPLORA a ECOVIA RIO LIMA entre
OS MINHOS DA GEMIEIRA e O FORNO DA PEDRA DE CAL
A.MINHOTA EXPLORA a ECOVIA RIO LIMA entre
OS MINHOS DA GEMIEIRA e O FORNO DA PEDRA DE CAL
A.MINHOTA EXPLORA a ECOVIA RIO LIMA entre
OS MINHOS DA GEMIEIRA e O FORNO DA PEDRA DE CAL
A.MINHOTA EXPLORA descobriu o trajeto entre Os Moinhos da freguesia de Gemieira e o Forno da Pedra de Cal da freguesia da Ribeira, pela Ecovia Rio Lima. Este evento deu-se em simbiose com o nosso programa (OPEN HOUSE) de promoção em Alojamento Local, realizado na Casa som do Rio (uma azenha recuperada no mesmo local d ´Os Moinhos da Gemieira).
Foi realizada uma pequena expedição que resultou do trabalho de investigação sobre as características do património natural e cultural dos pontos de interesse, nas duas freguesias, realizado pela Dra. Ana Catarina Lima. Contou-nos sobre o passado e do valor que este património representou para os nossos antepassados.
O resultado foi uma caminhada, realizada durante duas horas e meia, acompanhando e contemplando a beleza das margens do Rio Lima, entre os dois pontos de interesse.
Fizemos o percurso e regressámos aos moinhos, onde provámos algumas iguarias minhotas, e bebemos vinho verde e sangria de maracujá, bem fresquinhos. O Forno da Cal surpreendeu pela localização, arquitectura e envolvência, já os moinhos convidam à petiscada.
Veja o resumo da caminhada aqui:
http://www.instagram.com/p/CtEmQtkM7oJ/
A.MINHOTA EXPLORA descobriu o trajeto entre Os Moinhos da freguesia de Gemieira e o Forno da Pedra de Cal da freguesia da Ribeira, pela Ecovia Rio Lima. Este evento deu-se em simbiose com o nosso programa (OPEN HOUSE) de promoção em Alojamento Local realizado na Casa som do Rio (uma azenha recuperada no mesmo local d ´Os Moinhos da Gemieira).
Foi realizada uma pequena expedição que resultou do trabalho de investigação sobre o valor património natural e cultural dos pontos de interesse, nas duas freguesias, realizado pela Dra. Ana Catarina Lima. Contou-nos sobre o passado e do valor que este património representou nos nossos antepassados. Fizemos o percurso e regressámos aos moinhos, onde provámos algumas iguarias minhotas e bebemos vinho verde e sangria de maracujá, bem fresquinhos.
O resultado foi uma caminhada, realizada durante duas horas e meia, acompanhando e contemplando a beleza das margens do Rio Lima, entre os dois pontos de interesse.
O Forno da Cal surpreendeu pela localização, arquitectura e envolvência, já os moinhos convidam à petiscada.
Veja o resumo da caminhada aqui:
http://www.instagram.com/p/CtEmQtkM7oJ/
A.MINHOTA EXPLORA descobriu o trajeto entre Os Moinhos da freguesia de Gemieira e o Forno da Pedra de Cal da freguesia da Ribeira, pela Ecovia Rio Lima. Este evento deu-se em simbiose com o nosso programa (OPEN HOUSE) de promoção em Alojamento Local, realizado na Casa som do Rio (uma azenha recuperada no mesmo local d ´Os Moinhos da Gemieira).
Foi realizada uma pequena expedição que resultou do trabalho de investigação sobre as características do património natural e cultural dos pontos de interesse, nas duas freguesias, realizado pela Dra. Ana Catarina Lima. Contou-nos sobre o passado e do valor que este património representou para os nossos antepassados.
O resultado foi uma caminhada, realizada durante duas horas e meia, acompanhando e contemplando a beleza das margens do Rio Lima, entre os dois pontos de interesse.
Fizemos o percurso e regressámos aos moinhos, onde provámos algumas iguarias minhotas, e bebemos vinho verde e sangria de maracujá, bem fresquinhos. O Forno da Cal surpreendeu pela localização, arquitectura e envolvência, já os moinhos convidam à petiscada.
Veja o resumo da caminhada aqui:
http://www.instagram.com/p/CtEmQtkM7oJ/
A.MINHOTA EXPLORA descobriu o trajeto entre Os Moinhos da freguesia de Gemieira e o Forno da Pedra de Cal da freguesia da Ribeira, pela Ecovia Rio Lima. Este evento deu-se em simbiose com o nosso programa (OPEN HOUSE) de promoção em Alojamento Local realizado na Casa som do Rio (uma azenha recuperada no mesmo local d ´Os Moinhos da Gemieira).
Foi realizada uma pequena expedição que resultou do trabalho de investigação sobre o valor património natural e cultural dos pontos de interesse, nas duas freguesias, realizado pela Dra. Ana Catarina Lima. Contou-nos sobre o passado e do valor que este património representou nos nossos antepassados. Fizemos o percurso e regressámos aos moinhos, onde provámos algumas iguarias minhotas e bebemos vinho verde e sangria de maracujá, bem fresquinhos.
O resultado foi uma caminhada, realizada durante duas horas e meia, acompanhando e contemplando a beleza das margens do Rio Lima, entre os dois pontos de interesse.
O Forno da Cal surpreendeu pela localização, arquitectura e envolvência, já os moinhos convidam à petiscada.
Veja o resumo da caminhada aqui:
http://www.instagram.com/p/CtEmQtkM7oJ/
A.MINHOTA EXPLORA descobriu o trajeto entre Os Moinhos da freguesia de Gemieira e o Forno da Pedra de Cal da freguesia da Ribeira, pela Ecovia Rio Lima. Este evento deu-se em simbiose com o nosso programa (OPEN HOUSE) de promoção em Alojamento Local, realizado na Casa som do Rio (uma azenha recuperada no mesmo local d ´Os Moinhos da Gemieira).
Foi realizada uma pequena expedição que resultou do trabalho de investigação sobre as características do património natural e cultural dos pontos de interesse, nas duas freguesias, realizado pela Dra. Ana Catarina Lima. Contou-nos sobre o passado e do valor que este património representou para os nossos antepassados.
O resultado foi uma caminhada, realizada durante duas horas e meia, acompanhando e contemplando a beleza das margens do Rio Lima, entre os dois pontos de interesse.
Fizemos o percurso e regressámos aos moinhos, onde provámos algumas iguarias minhotas, e bebemos vinho verde e sangria de maracujá, bem fresquinhos. O Forno da Cal surpreendeu pela localização, arquitectura e envolvência, já os moinhos convidam à petiscada.
Veja o resumo da caminhada aqui:
http://www.instagram.com/p/CtEmQtkM7oJ/
Entrada d´ O Forno da Pedra de Cal
A.MINHOTA EXPLORA
Serra d´Arga
A.MINHOTA EXPLORA
Serra d´Arga
A.MINHOTA EXPLORA
Serra d´Arga
Retrato de uma expedição pelo Trilho do Lobo Atlântico
Retrato de uma expedição pelo Trilho do Lobo Atlântico
Retrato de uma expedição pelo Trilho do Lobo Atlântico
Manhã iluminada.
A serra imponente agiganta-se perante os olhos dos aventureiros, na aldeia do Cerquido. Conscientes do caminho ardiloso que se lhes afigura pela frente, os caminheiros lançam-se no desafio de alcançar a Senhora do Minho, santuário de peregrinos, local de fusão entre a religiosidade e a natureza pura e agreste, revestida a granito e miradouro para o Vale do Lima, denso e místico. Seguimos no Trilho do Lobo do Atlântico.
Entre as lendas do Rio Lethes e as histórias de lobos e homens, o grupo valoroso segue com a vontade de atingir o cume e ajuntar-se em círculo de comunhão, roda de partilha e risos, entre o fumo das labaredas que acariciam suavemente os enchidos e o ritual do nascimento da Tábua. Essa Tábua, objeto centrífugo de abundância e confraternização, chama a si a riqueza dos alimentos minhotos, criando uma espiral de olhares curiosos, surpreendidos por um caminheiro, o Miguel, qual arcanjo, no cimo da Serra, abre a sua mochila e, do seu interior, retira um conjunto de objetos inimagináveis de transportar para animar a pausa merecida dos caminheiros. Assistimos ao genuíno almoço de um trilho minhoto.
Manhã iluminada.
A serra imponente agiganta-se perante os olhos dos aventureiros, na aldeia do Cerquido. Conscientes do caminho ardiloso que se lhes afigura pela frente, os caminheiros lançam-se no desafio de alcançar a Senhora do Minho, santuário de peregrinos, local de fusão entre a religiosidade e a natureza pura e agreste, revestida a granito e miradouro para o Vale do Lima, denso e místico. Seguimos no Trilho do Lobo do Atlântico.
Entre as lendas do Rio Lethes e as histórias de lobos e homens, o grupo valoroso segue com a vontade de atingir o cume e ajuntar-se em círculo de comunhão, roda de partilha e risos, entre o fumo das labaredas que acariciam suavemente os enchidos e o ritual do nascimento da Tábua. Essa Tábua, objeto centrífugo de abundância e confraternização, chama a si a riqueza dos alimentos minhotos, criando uma espiral de olhares curiosos, surpreendidos por um caminheiro, o Miguel, qual arcanjo, no cimo da Serra, abre a sua mochila e, do seu interior, retira um conjunto de objetos inimagináveis de transportar para animar a pausa merecida dos caminheiros. Assistimos ao genuíno almoço de um trilho minhoto.
Manhã iluminada.
A serra imponente agiganta-se perante os olhos dos aventureiros, na aldeia do Cerquido. Conscientes do caminho ardiloso que se lhes afigura pela frente, os caminheiros lançam-se no desafio de alcançar a Senhora do Minho, santuário de peregrinos, local de fusão entre a religiosidade e a natureza pura e agreste, revestida a granito e miradouro para o Vale do Lima, denso e místico. Seguimos no Trilho do Lobo do Atlântico.
Entre as lendas do Rio Lethes e as histórias de lobos e homens, o grupo valoroso segue com a vontade de atingir o cume e ajuntar-se em círculo de comunhão, roda de partilha e risos, entre o fumo das labaredas que acariciam suavemente os enchidos e o ritual do nascimento da Tábua. Essa Tábua, objeto centrífugo de abundância e confraternização, chama a si a riqueza dos alimentos minhotos, criando uma espiral de olhares curiosos, surpreendidos por um caminheiro, o Miguel, qual arcanjo, no cimo da Serra, abre a sua mochila e, do seu interior, retira um conjunto de objetos inimagináveis de transportar, para animar a pausa merecida dos caminheiros. Assistimos ao genuíno almoço de um trilho minhoto.
Manhã iluminada.
A serra imponente agiganta-se perante os olhos dos aventureiros, na aldeia do Cerquido. Conscientes do caminho ardiloso que se lhes afigura pela frente, os caminheiros lançam-se no desafio de alcançar a Senhora do Minho, santuário de peregrinos, local de fusão entre a religiosidade e a natureza pura e agreste, revestida a granito e miradouro para o Vale do Lima, denso e místico. Seguimos no Trilho do Lobo do Atlântico.
Entre as lendas do Rio Lethes e as histórias de lobos e homens, o grupo valoroso segue com a vontade de atingir o cume e ajuntar-se em círculo de comunhão, roda de partilha e risos, entre o fumo das labaredas que acariciam suavemente os enchidos e o ritual do nascimento da Tábua. Essa Tábua, objeto centrífugo de abundância e confraternização, chama a si a riqueza dos alimentos minhotos, criando uma espiral de olhares curiosos, surpreendidos por um caminheiro, o Miguel, qual arcanjo, no cimo da Serra, abre a sua mochila e, do seu interior, retira um conjunto de objetos inimagináveis de transportar, para animar a pausa merecida dos caminheiros. Assistimos ao genuíno almoço de um trilho minhoto.
Manhã iluminada.
A serra imponente agiganta-se perante os olhos dos aventureiros, na aldeia do Cerquido. Conscientes do caminho ardiloso que se lhes afigura pela frente, os caminheiros lançam-se no desafio de alcançar a Senhora do Minho, santuário de peregrinos, local de fusão entre a religiosidade e a natureza pura e agreste, revestida a granito e miradouro para o Vale do Lima, denso e místico. Seguimos no Trilho do Lobo do Atlântico.
Entre as lendas do Rio Lethes e as histórias de lobos e homens, o grupo valoroso segue com a vontade de atingir o cume e ajuntar-se em círculo de comunhão, roda de partilha e risos, entre o fumo das labaredas que acariciam suavemente os enchidos e o ritual do nascimento da Tábua. Essa Tábua, objeto centrífugo de abundância e confraternização, chama a si a riqueza dos alimentos minhotos, criando uma espiral de olhares curiosos, surpreendidos por um caminheiro, o Miguel, qual arcanjo, no cimo da Serra, abre a sua mochila e, do seu interior, retira um conjunto de objetos inimagináveis de transportar para animar a pausa merecida dos caminheiros. Assistimos ao genuíno almoço de um trilho minhoto.
A Santa Minhota no Trilho do Lobo
Fomos, de seguida, ver a Santa, a Senhora da Conceição do Minho. Qual não foi a nossa surpresa ao constatar que esta traja o colete e a saia minhotos. Uma Santa com traje minhoto é uma curiosidade digna de ser descoberta. Afortunados aquele(a)s que tomaram a decisão de vestir a Santa com as cores magníficas do Minho, mais concretamente esse vermelho dos corações bondosos.
E com o coração cheio, regressamos à aldeia do Cerquido, desta vez, por um percurso mais exigente, penetrando na agrura da Serra, como os pastores, outrora, trilhavam os caminhos íngremes das cabras, em busca de melhor alimento para os seus animais. Sente-se na pele a aspereza das vivências dos nossos antepassados. No entanto, o alento do conforto do derradeiro manjar da Tábua, na capelinha de Santa Rufina, animou o espírito para terminarmos este trilho do Lobo do Atlântico.
Fomos, de seguida, ver a Santa, a Senhora da Conceição do Minho. Qual não foi a nossa surpresa ao constatar que esta traja o colete e a saia minhotos. Uma Santa com traje minhoto é uma curiosidade digna de ser descoberta. Afortunados aquele(a)s que tomaram a decisão de vestir a Santa com as cores magníficas do Minho, mais concretamente esse vermelho dos corações bondosos.
E com o coração cheio, regressamos à aldeia do Cerquido, desta vez, por um percurso mais exigente, penetrando na agrura da Serra, como os pastores, outrora, trilhavam os caminhos íngremes das cabras, em busca de melhor alimento para os seus animais. Sente-se na pele a aspereza das vivências dos nossos antepassados. No entanto, o alento do conforto do derradeiro manjar da Tábua, na capelinha de Santa Rufina, animou o espírito para terminarmos este trilho do Lobo do Atlântico.